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Programação comemora 11 anos da Lei Maria da Penha em Imperatriz

Panfletagem, rodas de conversas e palestras estão entre as ações

Publicado em: 10/08/2017

Secretaria da Mullher

Programação comemora 11 anos da Lei Maria da Penha em Imperatriz

A programação terminou hoje, com uma roda de conversa com as mulheres atendidas no CRAM

Com objetivo de dialogar sobre a importância da Lei Maria da Penha, formas de prevenção e o atendimento quanto aos atos de violência doméstica, a Prefeitura de Imperatriz, através da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SMPM) desenvolveu programação para comemorar os 11 anos da Lei 11.340. As atividades terminaram nesta quinta, 10.

            Com o tema “Lei Maria da Penha: é lei, é pra valer”, as ações contaram com distribuição de panfletos, orientações ao público no Imperial Shopping, além de uma caminhada pelas principais avenidas do centro da cidade, em parceria com o Centro Educacional Mourão Rangel. Palestras foram ministradas pela assistente social do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), Luzimar Mourão, em escolas da rede municipal de ensino.

            A programação terminou hoje com uma roda de conversa com as mulheres atendidas no CRAM. “O primeiro passo é falar, denunciar. Precisamos enfatizar na nossa sociedade que a mulher que sofre agressão não está sozinha, que existe uma rede de atendimento capacitada para orientar e fornecer suporte adequado” – reforçou a secretária da Mulher, Edna Ventura.

            Em Imperatriz, a SMPM garante às mulheres que estejam vivendo em situação de violência, atendimento social, psicológico e apoio pedagógico aos filhos, no CRAM, bem como acolhimento na Casa Abrigo Dra. Ruth Noleto. Além disso, realiza o encaminhamento aos demais serviços da rede de enfrentamento à violência doméstica.

            Segundo a coordenadora do CRAM, Sueli Brito, os atendimentos até julho deste ano contabilizaram 90 mulheres, equivalente a todo índice de 2016, mostrando que houve um crescimento elevado na procura de assistência. “Para nós, o fato da mulher estar procurando o serviço não quer dizer que a violência aumentou e sim que houve uma busca maior por auxílio especializado” – esclareceu.

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